Nem tudo é como esperamos.

Sabe aqueles Domingos que você não tem muito planejamento, tá com um pouco de preguiça e aquelas nuvens cinzas não animam muito para sair? Então esse dia foi um desses, e as horas passavam rápido e tínhamos que escolher algo para fazer, não estávamos afim de ir muito longe.

Solução foi escolher um dos picos dentro da cidade de Jaraguá do Sul que nunca havíamos feito reconhecimento. Sabíamos que tinha como chegar a pé, em um lugar naquela ponta no mapa existiam antenas, exatamente como chegar iriamos descobrir.

A subida era pelo bairro Barra do Rio Cerro, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. A estrada bem mal cuidada, encravada no fundo do valezinho de pequenas quedas conhecida com Pedra Branca. Muita umidade, pequenas chácaras, algumas bem bonitinhas e outras para vender. Foram alguns quilômetros até chegar a uma serrinha de barro batido. Não há bifurcações acessíveis, ou seja é uma única direção. Ao fim dessa pequena serra passamos por um pesque-pague parecia abandonado, aqui já estávamos lá pelos 300m de altura, parecia que não tinha ninguém, não encontramos nenhum tiozinho, nada.

Continuamos sem medo e restrições. Logo começa uma segunda serrinha, mais judiada e com bastante pedras salientes e plantações de eucalipto. As Araucárias começam aparecer e nosso humor já muda pra melhor. Mas nada de humanos por lá, que não achamos ruim também. Mas logo a vista à beira da estrada muda, quando sentimos que chegamos a um “cumezinho”. Já estávamos felizes de achar aquela estrada, mesmo que acabando em uma porteira. Sabíamos que era ali mesmo que começava a aventura. Então que um de nós tem a função de ser mais ousado, ser nosso batedor de reconhecimentos, pois vimos que a porteira tinha um cadeado aberto, mas uma placa de proibida a entrada, lá foi nosso batedor. Logo volta, sim não tinha ninguém e dava para subir com o “perseguidor 4×4”. Aqui fomos ousados, não aconselhamos ninguém a fazer isso.

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Veja o vídeo e confira.

Aqui começa as filmagens. O sol nos deu sua graça na chegada a primeira porteira, mas logo fica tímido e some sobre o domo de nuvens. Não nos impede de ficarmos encantados imaginando aquele lugar em um dia de sol a pino. Subida forte, muito parecida com o final do Morro do Boa vista, mas lá em cima verificamos que é um local bem visitado, e também algumas construções em ruínas. Mergulhamos nas nuvens por algum tempo mas ao final Sol se despede de nós, como que para finalizar bem essa ligeira aventura de domingo e deixar aquela vontade de voltar em um dia azul.

Veja como chegar: *não aconselhamos ninguém a fazer isso.

Dificuldade: Moderada para Carros até a porteira, subida aconselhamos 4×4.

Ideal para Trekking

Sempre cuide do local.

Escrito por Cássio Marcel Spuldaro Lopes

Administrador do Projeto MOCHILACAFFÉ , sonhador e eventualmente aventureiro.

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